O produtor e DJ sul-africano Chilsta vem construindo seu caminho na música eletrônica com paciência, unindo suas raízes a estilos como Techno, House e Afro House. Ele já lançou por selos como JayWork Music, TaiJi Records e Dyvor Records, e seus sets energéticos o levaram a casas como o Mao Livehouse, em Xangai, e o The Waiting Room, na Cidade do Cabo, além de dividir line-ups com nomes como EDX e Kyle Watson. Agora, trabalhando em uma nova leva de faixas e em um futuro álbum, ele foca em transformar o cotidiano em música para a pista. Conversamos com Chilsta sobre seu processo de estúdio, a mistura de gêneros e o que o mantém inspirado.
Olá, Chilsta, tudo bem?
Oi. Obrigado pelo convite. Estou bem, obrigado.
Você vem desenvolvendo seu som de forma constante nos últimos anos. Olhando para onde está agora, o que parece diferente neste próximo capítulo?
Não faço ideia. Só estou vivendo a vida de artista, aproveitando e experimentando a vida — viajando bastante. É aí que a mágica acontece! Como artistas, nossa tarefa é viver os altos e baixos da vida e depois transformar isso em arte.
Tem música nova a caminho. Sem entregar demais, o que os ouvintes podem esperar do que você anda produzindo?
Estou experimentando bastante com gêneros e grooves diferentes. Tem muita música vindo. É uma combinação de todas as minhas influências e do que me move ultimamente. É o que posso dizer.
Quando cria música nova, o que mais te inspira no momento? Isso mudou conforme você amadureceu como artista?
Sound design, frequências e dinâmica — tipo como a faixa soa no master final e quando chega aos sound systems.
Sua música reúne influências de toda a música eletrônica. Para quais estilos você está gravitando agora?
Trance, Melodic Techno e Afro House.
Como a performance ao vivo moldou sua visão como produtor e DJ?
Ela me lembra do lado humano do artista e do ofício de discotecar e produzir. Muitos de nós passamos horas isolados aperfeiçoando nossos sons, mas, no fim das contas, fazemos isso para as pessoas. Então precisamos lembrar que as experiências acontecem fora do estúdio.
Como alguém ainda construindo a carreira, quais foram as maiores lições que você aprendeu até aqui, no estúdio ou atrás dos decks?
Criar o clima. Você tem que ser o clima! Divirta-se, aproveite a vida!
Tem alguma habilidade ou aspecto da produção musical que você anda focando em melhorar?
Com certeza o lado da composição. Estou falando de teoria musical.
Além dos lançamentos, quais são seus objetivos para o resto do ano? Tem shows, colaborações ou projetos que te deixam especialmente animado?
Quero lançar um álbum e seguir construindo meu catálogo. Esses são meus objetivos para o ano.
A música eletrônica está sempre evoluindo. Como você se mantém inspirado e, ao mesmo tempo, garante que sua música reflita quem você é?
Só produzo quando dá vontade. Então preciso viver a vida e trazer essas experiências para o meu som e a minha arte.
Olhando para frente, o que você espera que as pessoas comecem a associar ao nome Chilsta conforme você lança mais música?
Só como um cara que faz e toca bangers globais!
Mantendo o foco em aproveitar a vida e buscando inspiração nas viagens, Chilsta encara seu ofício com uma mentalidade relaxada e autêntica. Com bastante música nova e um álbum a caminho, ele segue expandindo seu som e se conectando com o público pelos sets. Para acompanhar as novidades, siga Chilsta nas redes sociais.
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