[MTG] PIQUE DA OAKLEY [BEAT LASER 2029] chega às plataformas digitais em 3 de setembro e inaugura a primeira turnê europeia do Weird Baile, com passagens por Portugal, Países Baixos e Inglaterra
Um projeto construído na experimentação
Criado em 2017, o Weird Baile nasceu como um espaço de pesquisa, experimentação e liberdade musical para JLZ, VHOOR, Mu540 e RaMeMes. No início, o coletivo mantinha os integrantes anônimos e lançava suas músicas de forma independente no SoundCloud.
Ao longo dos anos, o repertório passou por diferentes vertentes do funk, do 150 à bruxaria e ao funk de BH mais obscuro, cruzadas com referências de techno, IDM, afrobeat, riddim e breakbeat. A proposta é fugir de fórmulas e explorar novas possibilidades: cada faixa tem identidade própria e parte de uma lógica livre de experimentação.
“O Weird Baile incorporou diferentes facetas do funk, desde o surgimento do funk 150 e a criação da bruxaria até o auge do funk de BH em sua vertente mais obscura. O projeto surgiu, de fato, em 2017, a partir da união de Anderson do Paraíso e Lucas do Taquaril, dois pioneiros dessa vertente mais obscura do funk mineiro e grandes referências para nós. Muitas das primeiras faixas do Weird Baile carregam essa influência. No fim, o Weird Baile é justamente a parte mais livre e divertida desse processo: um espaço para experimentar, explorar referências e fazer aquilo que a gente gosta“, comenta JLZ.
A turnê marca um novo momento para o projeto, que lança seu primeiro álbum ainda este ano pela TraTraTrax, uma das gravadoras mais reconhecidas da música eletrônica global, criada na Colômbia e com forte atuação na América Latina, Europa e Estados Unidos. O álbum conta ainda com a curadoria de Joe Cotch em algumas faixas, curador musical, DJ, produtor e A&R britânico, conhecido por seu trabalho de pesquisa e desenvolvimento de artistas na cena eletrônica internacional.
Após a passagem pela Europa, Bonekinha Iraquiana e Kingdom passam a integrar os shows em solo brasileiro, ampliando a dinâmica ao vivo com uma atuação simultânea de discotecagem entre todos os integrantes.
“O Weird Baile é quase o oposto do que o mercado espera. A gente busca fazer diferente, fugir do óbvio e explorar novas possibilidades. Cada música do projeto tem uma particularidade e uma identidade própria, e é justamente essa liberdade que torna o Weird Baile único. Isso também ajuda a galera que está começando, porque mostra que é possível lançar e construir um projeto seguindo uma lógica própria, mesmo indo na contramão do mercado. Não é sobre fazer bonitinho; é sobre ter identidade e liberdade para criar”, finaliza RaMeMes.
Serviço Turnê
INGRESSOS
03/09 | LISBOA.PT com @embrasaclube na @baile.casacapitao
04/09 | TILBURG.NL no @draaimolen_ com a @tratratrax
05/09 | LONDON.UK com @fervofluxo e @the_columbo_group no EarthHackney
06/09 | PORTO.PT com @corre.corre.corre.corre no Pérola Negra.
Sobre Weird Baile
O Weird Baile nasce como um projeto paralelo de VHOOR e JLZ, inicialmente pensado como uma forma de descontrair e explorar a paixão dos artistas pelo funk e suas características. A partir da identificação do público com a proposta, o projeto ganhou corpo e passou a funcionar como um espaço de experimentação coletiva.
O nome vem da estética “weird” associada, especialmente no SoundCloud, a beats mais experimentais que fugiam dos padrões estéticos da época. A partir da identificação com os timbres e sample packs dessa cena, os artistas decidiram unir essa linguagem ao baile funk.
Ao longo dos anos, o projeto amadureceu esteticamente e passou a apresentar um conceito próprio, funcionando como um “universo paralelo” no qual produtores e artistas podem desenvolver ideias mais livres dentro do funk.
