“Eu não tinha nenhum treinamento em teoria musical ou experiência em composição quando comecei a fazer música” diz Hellberg em entrevista exclusiva "Hey Mama", foi lançado pela Sony Music e Hellberg nos conta um pouco mais sobre sua carreira

Jonathan Hellberg, mas conhecido como Hellberg, é um DJ e produtor sueco com um futuro muito promissor. Após dois anos sem nenhum lançamento, Hellberg está de volta em 2018, com uma sonoridade repaginada e pronto para lançar mais hits – afinal, o produtor é conhecido por causa de sua track “This Girl“, que foi uma das músicas mais escutadas de 2015.

Com a track lançada pela Sony Music, “Hey Mama” traz o todo o novo conceito de seu projeto e agora podemos esperar lançamentos, atrás de lançamentos.

Aproveitando essa vibe de novidades, batemos um bate papo exclusivo com Hellberg, onde eles nos conta um pouco mais sobre seu último single, como também sua carreira e planos futuros. Confira:

Hey Mama” é o seu último single. De onde surgiu a ideia desta faixa e como foi o processo de criação?

Então eu recebi o vocal pelo compositor da música, Mike Kintish, e instantaneamente adorei. As letras, especialmente a piada “Hey mamãe esse menino é meu” (Hey mama that boy is mine) me lembrou da era da Motown, que é o que eu adoro, já que sou fã de artistas e músicas daquela época.
Eu ainda não havia encontrado o vocal perfeito para as batidas de drop que eu havia criado há um ano atrás. Então, quando me mandaram os vocais de “Hey Mama“, eu combinei os dois e imediatamente senti que correspondeu com toda aquela produção muito bem.

E o que mudou nas suas produções desde o começo da sua carreira até agora?

Uau, tudo? Haha. Eu comecei a produzir cerca de 10-11 anos atrás, e passei por provavelmente 200 fases diferentes durante todos esses anos. Demora um pouco até para fazer as músicas soarem como músicas reais, pelo menos para mim. Eu não tinha nenhum treinamento em teoria musical ou experiência em composição quando comecei a fazer música, então tudo começou comigo apenas tentando programar uma batida simples, é um processo muito diferente do que começar com uma guitarra e um notebook.

E como você define sua música atualmente? E qual é o seu maior diferencial?

Eu defino minha música como feliz, edificante, melódica, cativante e dançante. Eu quero que minha música seja um pequeno raio de sol no dia chuvoso de alguém. Eu recebi muitas mensagens ao longo dos anos, onde as pessoas disseram que a minha música fizeram o seu dia, ou semana, ou mês ou melhor, ano; E isso para mim é o maior elogio! Eu quero continuar com isso e fazer as pessoas se sentirem bem.
Eu acho que o que me faz destacar de todos os outros que estão neste cenário é, em parte, meus pontos de referência, eu ouço muita música e me inspiro em muitas músicas que eu não acho que muitos outros produtores eletrônicos cuidam. Coisas simples, pequenas, detalhadas, grandes. Tudo isso. Eu sou um grande fã de musicais, One Direction, música pop, ABBA e música country, e eu trago todas essas influências na minha música. Eu também acho que minhas ambições podem ser um pouco diferentes das outras, mas eu estou apenas supondo, eu sempre tive objetivos que não têm muito a ver com palcos de festivais ou shows em Las Vegas.

Qual é a sua coisa favorita que os artistas estão fazendo agora na indústria da música?

Sua própria coisa. Eu sinto que os serviços de streaming permitiram que os artistas fizessem o que eles sentem, e se eles se conectam, eles se conectam. Não há realmente um som definido para todos seguirem agora, ou pelo menos muito menos do que antes, o que eu amo.

Quais são alguns fatos interessantes sobre você que seus fãs não sabem?

Eu como muitas panquecas de banana em uma base semanal.

E o que o Hellberg planejou para o resto de 2018?

Mais música, mais conteúdo no YouTube e no Instagram, mais viagens!

Confira também o remix recém lançado de Hellberg de “Ignite” de Alan Walker:

Amanda Nakao

Viciada em criar pautas para DJs e ir a shows de música eletrônica.